terça-feira, 24 de abril de 2012

Existem momentos na vida em que uma simples palavra errada gera um tsunami. E o pior é que debaixo d’água ninguém pode pedir socorro.

sábado, 21 de abril de 2012

De uns dias pra cá, tenho observado as pessoas que convivem comigo diariamente, e tenho me perguntado quantas delas estariam ali por consideração a mim, quantas delas estariam do meu lado sempre que eu precisasse, entre outras coisas, e a conclusão que cheguei não é das melhores, acho que é minha sina ter por perto pessoas oportunistas, interesseiras e sem nenhuma consideração às coisas que faço. Isso tem me entristecido, mesmo sabendo que pessoas verdadeiras hoje em dia estão cada vez mais escassas, o que é uma pena. tenho perdido a fé nas pessoas. O coração vai muito bem. Tenho também o amor da minha mãe e irmã, e de alguns poucos amigos, reais e virtuais, que sei que me admiram da maneira que eu sou, mas o resto...tem sido só resto mesmo. As pessoas cansam-me um bocado, espero não perder a paciência com alguma delas porque aí o barco desanda de vez. E a primeira a morrer...é a paciência.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

O que se ouve por aqui

Talking to my dad is like bashing my head against a brick wall..... painful.


He was never there when I was little. I was ten when I finally had the courage to ask my mother, “why doesn’t my dad love me?” She had this look on her face. That look a parent has when they admit to you that Santa Clause is real only if you believe in him. She gave me a big hug, and told me that he loved me as much as he could, but he would always love himself the most. This is the day that I started to hate selfish people.

sábado, 7 de abril de 2012

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Tem um assunto que me faz confusão e que mexe comigo. Não é que eu tenha qualquer interesse ou inclinação, mas é algo que me deixa curiosa. Bom, o assunto é o suicídio.
Há dias atrás o meu vizinho foi encontrado pela própia filha, enforcado na garagem. A filha tem cerca de 23 anos.
Eu tenho a completa noção que se trata de um tema complicado e que pode gerar várias opiniões distintas. Mas como o blog é meu, irei falar sobre o que penso disto tudo.
Existe um número enorme de pessoas que decidem pôr fim a vida, mas, o que faz um pai dizer a filha para ir comprar pão, para que assim fique sozinho em casa para se enforcar? Ele tinha a plena consciência que a filha ia voltar para casa. O que faz um pai querer que a própria família o encontre assim?
A diferença entre encontrar um ente querido morto e receber a notícia por outros é notória. Será que não havia outra forma de acabar com a vida?
A filha irá ficar com aquela imagem para sempre.
“Mas quem sou eu para julgar” dizem vocês. É a minha opinião. Não acho que seja culpa da pessoa, ou que quem faz isso seja egoísta, já que não pensa na família e blá blá blá. Quem toma uma atitude assim, acredito eu, está tão desesperado que só quer um ponto final. Mas…

Nenhum homem é uma ilha, nós não morremos sozinhos. Ninguém vai embora sem deixar marcas, marcas estas muito mais profundas do que as que ficam na pele de quem se fere. Marcas estas que não vão embora, e que serão lembradas em todos os aniversários em branco, todos os natais que já não terá toda a família reunida,….
Toda a gente já se sentiu sozinho. O problema é que estamos tão preocupados com a nossa própria solidão que esquecemos que o mundo está repleto de solitários porque todos estão dispostos a receber atenção, um abraço amigo, respeito, mas…. Ninguém está disposto a estender a mão. E nessa história toda de nos trancarmos no quarto esperando que alguém abra a porta e nos libere de nós mesmos. O mundo está repleto de pessoas que, assim como nós, também se fecham, também choram, também pedem silenciosamente por ajuda.

domingo, 1 de abril de 2012