Aqui temos uma optima maneira de acabar um namoro de 7 anos.
sábado, 19 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Cada um com as suas terapias...
Tenho três coisas na minha vida que realmente me animam. Uma delas é normal, outra mais ou menos e outra nem tanto. A primeira é a música, tenho uma para cada momento, geralmente relaxam-me, principalmente quando estou naquele momento "vou matar o primeiro que me aparecer á frente". Embora em certas situaçoes, só preciso do silêncio; a segunda é o ginásio, se estou irritada corro muito mais do que o costume, até ficar completamente exauta, apenas para relaxar. Saio de lá cansada sim, porém renovada; e a terceira e última é empurrar a minha cama do lugar, e deitar-me no chão - geladinho! E ficar a olhar da minha janela… mesmo que não tenha nada para ver. Ou então andar descalça no chão frio ou num jardim. Simples assim. E são coisas que me dão tanto prazer, mas tanto prazer que não sei o que seria de mim sem elas! Enfim…terapias!
terça-feira, 15 de junho de 2010

Tento não pensar demais, tento não ter receio e seguir em frente. Queria ter mais atitude e não deixar de fazer algumas coisas que sempre acabo a adiar, por puro medo. Dar conselhos é muito fácil, mas fazer o que dizemos para os outros é totalmente diferente!
Eu ainda quero muita coisa e não quero perder-me pelo caminho...a verdade é que tenho medo do futuro.
domingo, 13 de junho de 2010
Doesn't this just make your soul smile?!
Já tinha falado aqui, o quanto sou apaixonada por piano. Vim aqui, só para vos deixar uma música, á qual sinto um prazer enorme em ouvi-la. Espero que gostem.
Pachelbel's Canon in D em piano.
Digam-me, como pode uma pessoa criar algo tão perfeito como o piano?
Pachelbel's Canon in D em piano.
Digam-me, como pode uma pessoa criar algo tão perfeito como o piano?
sábado, 12 de junho de 2010
sábado é dia dos viiiideos da semana!
Ora ja falamos de gatos com crises de casal, crianças com problemas amorosos, namoradas com sindrome grave....hoje vamos falar, do estado normal de muita gente.
Cada um com a sua bebedura, ora.
Cada um com a sua bebedura, ora.
quinta-feira, 10 de junho de 2010

Durante todo meu percurso de vida, preocupei-me demasiadamente com o amanhã, em ser feliz no futuro. Não que isso seja errado, mas o ontem sempre faz alguma diferença na nossa vida e não faz sentido ignorá-lo e não tomá-lo como exemplo! O amanhã pode ser igual ao ontem se eu não mudar o modo de ver as coisas.
Ás vezes pensar nisso dá-me umas estranhas crises nostálgicas, onde eu questiono como seria a minha vida se eu tivesse insistido ou desistido de alguma coisa. Aí acabo a ressuscitar velhos fantasmas, e como uma verdadeira obsessão penso nisso durante dias. A insegurança toma conta de mim. E é fácil perceber qual é o meu problema (e por aqui isso já é assunto manjado). A insatisfação.
E eu sei que isso não se passa só comigo, a insatisfação é o monstro do armário para muita gente. Entender o porquê disso é muito complexo. Porque sempre em qualquer ser humano, em qualquer época, falta alguma coisa. E essa falta não deve ser desesperadora, mas sim um incentivo para viajar mais longe, fazer melhor, mesmo que o tão esperado baú de moedas de ouro não esteja no fim do arco-íris. Porque o sentido da vida é ter os pés no chão e entender que a tristeza faz parte da felicidade, pois um completa o outro. Não faz sentido viver como uma eterna sofredora, arrastando as correntes por aí, a lamentar pelo presente, passado e futuro.
terça-feira, 8 de junho de 2010

Às vezes a impressão que me dá é que as coisas mais horripilantes são as melhores! Geralmente o melhor final para um filme de terror, é o inesperado. Coisas muito bonitinhas dão-me náuseas, gente feliz demais para mim é encenação, puro teatro. O horror costuma ser verdadeiro, por pior que seja, não dá para disfarça-lo. Verdade?
É, com certeza, o melhor final para um filme, ou para uma vida. Talvez seja por isso que eu o escolhi. Tudo muito bem planejado e muito bem disfarçado. Se for para ir, quero ir em grande estilo. Quero que todos se sintam culpados e se amargurem por tudo que me fizeram! Eu não sou um brinquedo, mas sempre me trataram como um.
Escolhi um dia qualquer, bem ensolarado e para os outros, até mesmo bonito. Tanto faz. Fazia dias e dias que não saia de casa, todos me ligavam e tentavam falar comigo, era propositado. Saí de lá apenas com uma camisola e chinelos, entrei no elevador apinhado de gente que me olhava assustada e apertei o botão para o último andar.
Foram intermináveis minutos até chegar ao meu destino, tive de esperar todas as pessoas descerem para finalmente conseguir subir. Passei pelo terraço, indo até a extremidade que ficava de frente à avenida. Coloquei o primeiro pé na beirada e olhei para baixo, sorrindo, apoiei o outro. O vento soprava forte na direcção contrária, quem sabe quisesse empurrar-me para longe da beira. Não importava, não ia conseguir.
Contudo, não tinha graça um espectáculo de horrores sem uma plateia assustada. Tirei os chinelos e atirei o primeiro que caiu perto de uma velhinha que olhou para cima e gritou quando me viu. Estava a ficar bom. Esperei poucos minutos e atirei o outro, mas naquela hora já não era necessário mais nada para chamar a atenção.
Primeiro a velhinha avisou todos em volta, alguém ligou para a polícia que começava a anunciar um monte de idiotices com um auto-falante e logo após veio a imprensa. Tinha me informado, e sabia que se demorasse a atirar-me eles iriam me impedir antes mesmo de colocar os pés para fora. Então não ia perder tempo.
O vento soprava cada vez mais forte. Tirei o primeiro pé do apoio e abri meus braços no melhor estilo titanic que consegui e soltei o corpo... Caindo no abismo da morte que todo espectáculo de horrores que se preze deve ter.
"Eu só queria que me respeitassem, que me tratassem como gente, que possui sentimentos e vontades. Acolhi-me no horror, mas tinha inveja dos espectáculos. Resolvi então criar a minha própria e eis o resultado. Ficarei marcada na história com eles, onde eu sei que, seja lá onde eu vá parar, serei tratada como vocês nunca tiveram a capacidade de fazer. Culpem-se sim, é tudo que eu quero! E tenham cuidado para que ninguém puxe o pé à noite, talvez seja os meus cumprimentos quando estiver a passar por perto.
É, com certeza, o melhor final para um filme, ou para uma vida. Talvez seja por isso que eu o escolhi. Tudo muito bem planejado e muito bem disfarçado. Se for para ir, quero ir em grande estilo. Quero que todos se sintam culpados e se amargurem por tudo que me fizeram! Eu não sou um brinquedo, mas sempre me trataram como um.
Escolhi um dia qualquer, bem ensolarado e para os outros, até mesmo bonito. Tanto faz. Fazia dias e dias que não saia de casa, todos me ligavam e tentavam falar comigo, era propositado. Saí de lá apenas com uma camisola e chinelos, entrei no elevador apinhado de gente que me olhava assustada e apertei o botão para o último andar.
Foram intermináveis minutos até chegar ao meu destino, tive de esperar todas as pessoas descerem para finalmente conseguir subir. Passei pelo terraço, indo até a extremidade que ficava de frente à avenida. Coloquei o primeiro pé na beirada e olhei para baixo, sorrindo, apoiei o outro. O vento soprava forte na direcção contrária, quem sabe quisesse empurrar-me para longe da beira. Não importava, não ia conseguir.
Contudo, não tinha graça um espectáculo de horrores sem uma plateia assustada. Tirei os chinelos e atirei o primeiro que caiu perto de uma velhinha que olhou para cima e gritou quando me viu. Estava a ficar bom. Esperei poucos minutos e atirei o outro, mas naquela hora já não era necessário mais nada para chamar a atenção.
Primeiro a velhinha avisou todos em volta, alguém ligou para a polícia que começava a anunciar um monte de idiotices com um auto-falante e logo após veio a imprensa. Tinha me informado, e sabia que se demorasse a atirar-me eles iriam me impedir antes mesmo de colocar os pés para fora. Então não ia perder tempo.
O vento soprava cada vez mais forte. Tirei o primeiro pé do apoio e abri meus braços no melhor estilo titanic que consegui e soltei o corpo... Caindo no abismo da morte que todo espectáculo de horrores que se preze deve ter.
"Eu só queria que me respeitassem, que me tratassem como gente, que possui sentimentos e vontades. Acolhi-me no horror, mas tinha inveja dos espectáculos. Resolvi então criar a minha própria e eis o resultado. Ficarei marcada na história com eles, onde eu sei que, seja lá onde eu vá parar, serei tratada como vocês nunca tiveram a capacidade de fazer. Culpem-se sim, é tudo que eu quero! E tenham cuidado para que ninguém puxe o pé à noite, talvez seja os meus cumprimentos quando estiver a passar por perto.
Aquela que vocês humilharam. "
-Ataque de criatividade, eu não sabia o que escrever até o momento em que escrevia.
-Ataque de criatividade, eu não sabia o que escrever até o momento em que escrevia.
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