Eu sei, eu sei. Tenho andado afastada, mas é por pura falta de tempo. Muitas vezes, passo por aqui, e penso em me sentar e escrever uma porrada de coisas. E o tempo passa-me na cara coisas a serem feitas; mas estou bem, na correria que sempre quis, com o mesmo amor de sempre e a mesma disposição. Tenham paciência e não me abandonem! Muito obrigada a todos os meus novos seguidores e os queridos de sempre, que tiram um tempinho para me visitarem.
Beijos no coração.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
domingo, 3 de outubro de 2010
let the rain fall down, i'm coming clean

Caminhando pela chuva, vou sentindo a água sob meus pés. vou sentindo-a desabar sobre mim. Caminhando pela chuva, vou percebendo as minúsculas gotas a caírem sobre meu corpo, sobre meu rosto e ao caírem vão lavando, levando todos os meus pensamentos e angustias,e este corpo cansado, maltratado,vai erguendo-se, vai reconhecendo, vai percebendo. e, ao conseguir sua alma lavar, ao sentir-se limpa de toda a sujeira que passou a acumular na vida, este ser chora... Chora... e elevando o rosto para o ceu, percebe que não queria que tudo fosse diferente, que tudo a fez evoluir (OS ERROS, ACERTOS,RISOS, CHOROS...) condena-se por todas as ofensas que chegou a lhe dedicar. E este ser, profundamente compungido, permite que, por seu rosto, lágrimas de arrependimento se ponham a rolar.
Tempo (coisa que ultimamente não tenho)

Tempo... O Quanto enganas a nossa mente! faz-me correr quando eu devería pensar, cegas-me quando eu deveria apreciar, engoles-me quando eu devería te engolir. Tu que és nada, faz como se fosses tudo, criando castelos de ilusões, que a maré da vida desfaz como se fosse de areia. Ah! Tempo... quando será que compreenderei que não existes, que és apenas referência física de minha existência material e irreal, pois para meu espírito, não és mais do que lembrança, que o pensamento alcança quando quiser. Ah! Tempo... como queria ter tempo para te apreciar
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Ofensas modernas.

Antigamente quando alguém “brigava” com alguém parava de falar, e era suficiente. As partes amargavam um pouco da distância e do silêncio, e boa, bola pra frente, sem maiores consequências.
Hoje é tudo uma “confusão” generalizada. Qualquer desentendimento é motivo para bloquear no MSN, apagar dos amigos do Facebook e escrever ofensas veladas ou directas no blog. Tradução dessas acções, respectivamente:
- Não fales mais comigo idiota!
- Quero que todos saibam o escroto (a) que tu és!
- odeio-te, também publicamente, ou: já estou noutra sua anta, ou: qualquer coisa que eu imagine que possa ferir os teus sentimentos.
Mas a coisa ainda fica mais patética: peço que meus amigos te apaguem do facebook deles, posto as tuas fotos e/ou vídeos de momentos de intimidade no youtube anonimamente, promovendo, como der, a degradação da tua imagem....
Ah! Como é bom sentires que tens 9 anos quando estamos na casa dos 20/30! Sempre fortalecendo a criança interior :-) . Obrigada, tecnologia, por nos dares esta oportunidade!
Hoje é tudo uma “confusão” generalizada. Qualquer desentendimento é motivo para bloquear no MSN, apagar dos amigos do Facebook e escrever ofensas veladas ou directas no blog. Tradução dessas acções, respectivamente:
- Não fales mais comigo idiota!
- Quero que todos saibam o escroto (a) que tu és!
- odeio-te, também publicamente, ou: já estou noutra sua anta, ou: qualquer coisa que eu imagine que possa ferir os teus sentimentos.
Mas a coisa ainda fica mais patética: peço que meus amigos te apaguem do facebook deles, posto as tuas fotos e/ou vídeos de momentos de intimidade no youtube anonimamente, promovendo, como der, a degradação da tua imagem....
Ah! Como é bom sentires que tens 9 anos quando estamos na casa dos 20/30! Sempre fortalecendo a criança interior :-) . Obrigada, tecnologia, por nos dares esta oportunidade!
Let it go.

Depois de um tempo.
Depois de um tempo aprendes a subtil diferença entre segurar uma mão e acorrentar uma alma, aprendes que amar não significa apoiar-se, e companhia não quer sempre dizer segurança.
E começas a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas, começas a aceitar derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante com a graça de mulher, não a tristeza de uma criança, aprendes a construir todas as estradas hoje porque o terreno de amanhã é demasiado incerto para planos, e futuros têm o hábito de cair no meio do voo.
Depois de um tempo aprendes que até mesmo a luz do sol queima se a tiveres demais, então plantas o teu próprio jardim e enfeitas a tua própria alma ao invés de esperar que alguém te traga flores.
E por fim aprendes que realmente podes resistir, realmente és forte, realmente tens valor, e aprendes com cada adeus.
Depois de um tempo aprendes a subtil diferença entre segurar uma mão e acorrentar uma alma, aprendes que amar não significa apoiar-se, e companhia não quer sempre dizer segurança.
E começas a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas, começas a aceitar derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante com a graça de mulher, não a tristeza de uma criança, aprendes a construir todas as estradas hoje porque o terreno de amanhã é demasiado incerto para planos, e futuros têm o hábito de cair no meio do voo.
Depois de um tempo aprendes que até mesmo a luz do sol queima se a tiveres demais, então plantas o teu próprio jardim e enfeitas a tua própria alma ao invés de esperar que alguém te traga flores.
E por fim aprendes que realmente podes resistir, realmente és forte, realmente tens valor, e aprendes com cada adeus.
domingo, 5 de setembro de 2010
Há dias assim...
segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Tentar desfazer o emaranhado de emoções e sentimentos conflitantes é uma tarefa árdua. Equilibrar as ambições da mente e os anseios do coração é tarefa estafante. Ouvir os desejos da carne e as aspirações da alma e ter que optar, é sufocante. Porém, a visão se tornará límpida quando este duelo terminar e o equilíbrio das escolhas tornar-se possível, através do olhar... através do tocar... através de nossas mão... para isso faz-se necessário despir o véu do conformismo e reaver o domínio da consciência , ai sim, ver-se livre de todos estes males que aflige nossas almas.
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