quarta-feira, 11 de maio de 2011


Já paras-te pra pensar em quantas coisas perdes-te por medo de falar?

terça-feira, 10 de maio de 2011


Vou deixar de fazer perguntas...talvez assim obtenha menos mentiras.

É um bom começo não?

Especiais são as pessoas que me fazem sorrir, nos piores momentos. Que me agarram a mão, quando estou perto do precípicio. São aqueles que ouvem o meu grito, mesmo que eu nao abra a boca.

Ódio e rancor. É o tudo o que me liga a ti. Não te considero meu. A minha consciência apenas capta que vives debaixo do mesmo tecto que eu.

Por agora.

Ah...e um dia eu disse-te. Todo o mal que fazemos, tem sempre retorno. E só agora entendes.

segunda-feira, 2 de maio de 2011


Se o mar me submergir, a tua mão traz me a tona pra respirar.

R.

domingo, 1 de maio de 2011

Eu sou estranha...


Se me perguntarem de algo que me acalma, a minha resposta é simplesmente....Chuva!

Na janela do quarto, do carro, do café...enfim em todo o lado. Se tiver a chover, automaticamente olho a janela, e fico ali...especada. Silêncio...apenas se ouve a chuva...e alguns trovões ao fundo. Perfeito! Abro a janela...hmmm adoro o cheiro a relva molhada! Lembro de em criança, em Verões solarengos, logo que a chuva cessava, corria para o jardim, descalça e punha os pés na erva molhada. E era tudo. Claro que levava uns bons sermões no fim...mas juro que aquilo fazia-me tão feliz. Tao satisfeita. Era como receber a nova barbie.

A chuva pode significar tão pouco. Mas desperta todos os sentidos! E isso acalma-me...
Como é que um propio Pai consegue afastar a família assim? Como é que um pai separa as suas propias filhas para nao se verem? Que tipo de ser humano tenho em casa???? F*da-se!