
medo.
medo de descobrir,
o que queres de mim afinal.
medo de seguir.
medo de ficar.
abraça-me toda uma incerteza, a incerteza de saber o que fazer. porque a cada minuto que não nos temos, estamos a desejar-nos. e em cada instante nosso, juntos, estamos a um passo de nos perdermos um do outro, mais uma vez. fosse antes um com o outro .
é verdadeiramente irónico. ambos sabemos que é inevitável, mas talvez só eu esteja suficientemente consciente para perceber que o inevitável nem sempre é o correcto. e não se trata de códigos morais, mas sim sentimentais .
eu não te peço para apareceres (apesar de o querer), e muito menos para desapareceres.